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Museu Egípcio do Bacacheri guarda múmia de três mil anos

Museu Egípcio do Bacacheri guarda múmia de três mil anos

Sua maior atração tem quase três mil anos e este inusitado espaço pode ser considerado uma verdadeira joia do bairro Bacacheri.  Foi em 1995 que o Museu Egípcio e Rosacruz, localizado na Rua Nicarágua, recebeu de uma instituição dos Estados Unidos uma doação única na cidade: a múmia egípcia Tothmea, datada em mais de 2,7 mil anos.

O sarcófago da múmia Tothmea, datada em mais de 2,7 mil anos.

O museu tem um acervo de 700 objetos relacionados ao Egito Antigo.

Já ao chegar ao museu, o visitante se encanta com a arquitetura do prédio, em forma de uma mastaba, uma espécie de tumba construída durante o período do reino antigo. Criado na década de 90, o museu tem um acervo de cerca de 700 objetos relacionados ao Egito Antigo, um dos maiores do país, entre réplicas de peças egípcias doadas pelo artista Eduardo D’Ávila Vilela e itens como máscaras funerárias, vasos, tumbas e estatuetas.

Também faz parte do acervo do museu, um tesouro arqueológico do nosso continente. Foi em 2009, que o museu recebeu a Múmia Wanra, de uma criança andina de aproximadamente 2,5 anos.  

Uma das imponentes fachadas do complexo Rosacruz, no Bacacheri. 

Há itens como máscaras funerárias, vasos, tumbas e estatuetas.

Como maior atração do acervo, Tothmea  - uma mulher de 25 anos que foi cantora no Templo de Isis -  descansa dentro de um sarcófago instalado em uma câmara funerária privativa. Nessa hora guarde sua câmera e ative a memória: essa é a única ala que não pode ser fotografada no museu.

Apesar de eu já ter vistos alguns dos mais fabulosos tesouros em sua terra natal, reconheço que a jovem egípcia que viveu no século 6 antes da nossa era encheu de emoção minha visita ao espaço cultural que pertence à Ordem de Rosacruz.

Múmia Wanra, de uma criança andina de aproximadamente 2,5 anos.

Na sala multimídia, uma projeção do rosto de Tothmea.

Complexo Luxor

O Museu Egípcio conta ainda, nos jardins do Bosque Rosacruz, com o não menos inusitado Complexo Luxor, formado pela Alameda das Esfinges (que homenagem à avenida das esfinges que ligava os templos de Karnak e de Luxor, no Egito) e por réplicas do Obelisco de Tutmés III e do Atrium Romano, com a estátua de César Augusto.

Alameda das Esfinges e, ao fundo, a réplica do Obelisco de Tutmés III. 

A avenida de esfinges recriada em Curitiba celebra a importância tanto do legado arquitetônico dos egípcios antigos quanto de uma de suas principais festividades. As esfinges eram símbolos de proteção e, por isso, estavam geralmente flanqueando os templos. Inspiradas na esfinge do faraó Tutmés III, encontrada no templo de Karnak, as esculturas do Bosque Rosacruz homenageiam este soberano egípcio, que também está diretamente relacionado à tradição Rosacruz, já que organizou a primeira fraternidade no Egito.

 

Serviço

Museu Egípcio e Rosacruz

Endereço: Rua Nicarágua, 2.641, Bacacheri.

Horários: Terça a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h30. Sábados, das 10h às 17h. Domingo, das 9h às 12h.

Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (crianças até 12 anos, idosos, estudantes, professores mediante documento comprovatório, doadores de sangue e pessoas com necessidades especiais).

Mais informações no site.

 

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Sub-PrefsBob Couto

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Jornalista, com mais de 20 anos de atuação, me integro ao time do Curitiba É para mostrar o meu olhar sobre o life style da capital. As festas, as personalidades e os eventos sociais da nossa cidade vão estar, aqui, na nossa "praça".

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