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5 programas para explorar o Centro Histórico de Curitiba

5 programas para explorar o Centro Histórico de Curitiba

Democrático, o Centro Histórico de Curitiba reúne praças, largos, museus, galerias de arte, espaços culturais, igrejas, feiras e casarões muito bem preservados, além de diversas opções gastronômicas. Os jovens antenados têm seus redutos nas ruas São Francisco e Trajano Reis, esta última revitalizada pela Prefeitura no ano passado. Com clima meio Brooklyn, meio Berlim, essas ruas têm um cenário inspirador, com grafites adornando os bonitos prédios históricos.

 

Confira a seguir, cinco programas para aproveitar todo o charme do Centro Histórico de Curitiba:

 

Pluralidade religiosa

No setor histórico da cidade, há templos de diferentes religiões, que podem ser visitados em uma caminhada tranquila. Construída em 1737, a Igreja da Ordem é a mais antiga da capital e empresta seu nome a toda a região (Largo da Ordem). Depois de apreciar a bela construção de linhas simples, é possível visitar a Igreja Presbiteriana Independente (Rua do Rosário, 218), a Igreja do Rosário (Praça Garibaldi, foto), a Catedral Basílica Menor (Praça Tiradentes), Igreja Luterana (Rua Trajano Reis, 199), a Mesquita Imam Ali Ibn Abi Talib (Rua Kellers, 383), Igreja São Vicente de Paulo (Rua Jaime Reis, 531) e o Templo Hare Krishna (Rua Duque de Caxias, 76). Todos os espaços religiosos têm entrada gratuita e visitas guiadas em alguns templos precisam ser agendadas.

 

Reduto hipster

Os bares e casas noturnas nas duas ruas caíram nas graças dos hipsters, jovens antenados em cultura, cervejas artesanais e bicicletas. Na Trajano Reis, o vai-e-vem ocorre entre espaços como Senhor Garibaldi, Sirène (foto), Bar Barateza, Alô Esquenta, Vila Bambu, Vitto e Brooklyn Coffee Shop. Na São Francisco, eles batem carteirinha no Jokers, 14 Bis Beer, Verdant e Bar do Fogo. A “Sanfra”, como muitos millenials (jovens nascidos entre os anos 1980 e 2000) a chamam, também reúne locais mais tradicionais como o clássico Bar do Alemão e o restaurante Nonna Giovanna. De uma ponta a outra da São Francisco, marcos da paisagem urbana que mostram as várias faces de Curitiba: o Relógio das Flores, a Fonte da Memória (a escultura de cavalo), a Praça de Bolso do Ciclista e as Ruínas que levam o nome da via.

 

Feirinha de domingo

Em Paris, é dia de Mercado de Clignancourt. Em Londres, de Portobello Road. Em Curitiba, o programa obrigatório nas manhãs de domingo é a tradicional Feira do Largo da Ordem (foto). Verdadeira instituição da capital e programa obrigatório para turistas, o espaço da Prefeitura reúne o impressionante número de 1,3 mil expositores. São barraquinhas repletas de peças de artesanato em madeira, tecido, metais, cerâmica e muitos outros materiais, além de pinturas e antiguidades. Música e teatro de rua também garantem o magnetismo da “feirinha”, como é carinhosamente chamada, bem como opções gastronômicas. O local funciona das 9h às 14h. Nas quintas-feiras, das 16h às 22h, a região recebe a charmosa Feira Gastronômica do São Francisco (próximo ao Relógio das Flores).

 

Tours gratuitos por toda região

Curitibanos e turistas não têm um, mas dois passeios gratuitos pelo Centro Histórico. O belo Palacete Wolf (Praça Garibaldi, 7), sede do Instituto Municipal de Turismo (IMT), é o ponto de partida da “Caminhada Turística” (foto) da Prefeitura, um giro por cartões-postais como o Palácio Garibaldi, o Relógio das Flores, o Solar do Rosário, o Memorial de Curitiba, várias igrejas (da Ordem e do Rosário, por exemplo), a Catedral, a Praça Tiradentes, o Paço Municipal até o Teatro Guaíra. O tour deve ser agendado pelos telefones (41) 3250-7730 e 3250-7794. O passeio, para até 30 pessoas, ocorre às sextas, das 14h às 16h, e as segundas, das 9h às 11h.  Outra opção é o "Curitiba Free Walking”, criado por oito voluntários, com formações em turismo, engenharia ambiental e arquitetura, que passeiam com os visitantes, contando lendas urbanas do Centro Histórico, como a da garota que morreu tentando ser atriz no local onde hoje é o Teatro Guaíra e o dirigível Zepelim que foi avistado pela cidade e gerou a curiosidade (e o medo) de muita gente (ele foi inclusive representado no painel de Poty Lazarotto no Largo da Ordem). O passeio precisa ser reservado pelo Facebook e o grupo se encontra, aos sábados, às 11 horas da manhã. O tour dura entre uma hora e meia e duas horas e é feito todo a pé.
 

 

Cultura: quadra a quadra

Casa Romário Martins, Memorial de Curitiba (foto), Solar do Rosário, Solar do Barão (Museu da Gravura e Gibiteca), Museu Paranaense e Capela Santa Maria. Estes são apenas alguns exemplos dos espaços culturais que se espalham - quadra a quadra - pelo Centro Histórico de Curitiba. Até 11 de novembro, um dos programas imperdíveis é a exposição “Memórias Gráficas do Cotidiano Urbano”, no Museu da Gravura, xilogravuras da artista Michelle Fiorucci. No Memorial de Curitiba, vale a pena conferir a mostra “O Passado é outro país”, do artista israelense Gidi Gilam, que integra o Sabra, festival de arte que traz para o Brasil artistas contemporâneos de Israel. Os dois eventos tem entrada gratuita. (Fotos: divulgação)

 


 

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Sub-PrefsBob Couto

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Jornalista, com mais de 20 anos de atuação, me integro ao time do Curitiba É para mostrar o meu olhar sobre o life style da capital. As festas, as personalidades e os eventos sociais da nossa cidade vão estar, aqui, na nossa "praça".

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